Mestre-Sala e Porta Bandeira : Graça e Suntuosidade

 

A carnavalesca, historiadora e folclorista Maria Aparecida Urnbano, definiu o casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira:

“Hoje, a porta – bandeira é a figura principal de uma Escola de Samba, pois a ela cabe a honra de conduzir o pavilhão (bandeira) da entidade. Tem que mostrar garbo, graça, elegância e dançar com desenvoltura e movimentos distintos sem visagens desnecessárias. O mestre sala, como já citamos, é o guardião da bandeira e deve chamar a atenção sempre para o pavilhão e para a graça de sua porta bandeira. Portanto sua dança, apesar de livre (cabendo todo tipo de malabarismo), não deve arrebatar para si a principal atração, voltando se para seu par, com movimentos naturais como se fosse um lorde em Baile na Corte.

Cabe ao mestre sala e a porta bandeira um perfeito entrosamento e uma identidade plena, pois um depende do outro, os dois dançam conjuntamente, fazendo movimentos sincronizados. Quando bem ensaiados, formam um casal perfeito, criando uma variedade de passos e entendem se por um simples olhar”, concluiu Dona Cida, como é conhecida pelos sambistas.

Para o Sambódromo de São Paulo em 06 de fevereiro de 2016, a Saracura levará o enredo “Je Suis Vai-Vai, Bem-vindos à França”, com apoio do Consulado da França, Ticket, Aliança Francesa, Air France e Sincoplastic.

Jornalista Maurício Coutinho
Diretoria de Comunicação – Vai-Vai

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