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Ala Kambinda I



Venha desfilar com a gente. Nós somos a ALA KAMBINDA




Kambinda – era o nome artístico utilizado por Raquel Trindade, filha de Solano Trindade, que em 1967 dirigia um Grupo Teatral. Seus integrantes à época, decidiram criar uma Ala na Escola de Samba Vai-Vai e, com o intuito de homenagear a querida Raquel Trindade, batizaram a ala como KAMBINDA.

Com mais de 42 anos no Carnaval de São Paulo, a Ala Kambinda é uma das mais tradicionais alas de enredo da Escola de Samba VAI-VAI.

Desde sua fundação a ala é liderada pela sambista Sandra Aparecida Maria, uma das figuras mais antigas e importantes da escola, mais conhecida entre seus amigos como “Sandrinha” onde já marcou presença na Ala das Baianas, Ala das Crianças e também no Departamento Cultural, destacando-se ainda como Vice-Presidente da agremiação. Sempre com posições de destaque junto ao G.R.C.E.S. Vai Vai e muito conhecida por todos, chegou a ocupar também, o cargo de Diretora do Departamento Social e também Membro do Conselho Vitalício.

Quando a Ala Kambinda se iniciou dentro da Escola, ela era composta apenas por “mulheres”, não sendo permitido a presença de homens. Porém, com a evolução do Carnaval de São Paulo, abriram-se as "portas da criatividade" e a Ala conquistou uma nova postura e um novo pensamento, ou seja, a ala abriu espaço para todas as pessoas, não havendo nenhum tipo de distinção quanto à raça, cor, sexo, tornando-se assim uma grande ala.

Graças ao sucesso e crescimento da Ala, nos anos de 1983 e 1984, respectivamente, recebeu da Escola de Samba Vai-Vai, o TROFÉU SARACURA, como a melhor Ala. Durante todo o período em que o G.R.C.E.S. Vai Vai, ofereceu prêmios às Alas participantes, a Kambinda sempre foi homenageada em função de sua organização, participação e empolgação de todos os seus componentes, qualidade de acabamento em suas fantasias e o melhor de tudo, o sincronismo no momento dos desfiles.

No ano de 2.001, a Ala Kambinda abraçou pela primeira vez um grande desafio, ou melhor, um grande comprometimento. Confeccionou 03 (três) tipos de fantasias totalmente diferentes uma das outras, seguindo a linha Unissex. Em cada uma das sub-alas, desfilaram em torno de 100 a 150 componentes, foi um sucesso.

Merecidamente, no mês de Junho de 2.001 poucos meses após o Carnaval, o G.R.C.E.S. Vai Vai, recebeu um convite inusitado e irrecusável, representar o Samba Paulista na Rússia em uma Amostra de Teatro. E para surpresa de todos, a Ala Kambinda foi uma das escolhidas a participar desta viagem, tendo como importante tarefa, mostrar um pouco da cultura de nosso País, o que acabou sendo o maior sucesso, além do que, a Escola em si e todos os seus componentes, conseguiram mostrar no Exterior, o que é realmente uma festa popular no Brasil.

Ala Kambinda tem hoje vários adeptos, não só à Escola de Samba Vai-Vai como à própria Ala. Há componentes que desfilam há anos na Kambinda, ou seja, estão sempre presentes em todos os Carnavais nos prestigiando e colaborando para fazer um belíssimo Carnaval e garantir o título. Tudo isso, devemos levar em consideração que a cada ano que passa, existe uma grande diversificação de componentes, porém muitos que saem pela primeira vez, acabam voltando e ficando, aumentando cada vez mais a Ala da Família



Kambinda e seus significados:


Como Região - Localizada na África do Sul, rica em Petróleo.

Na Umbanda - trata-se do nome de uma Preta Velha.

No teatro - Nome artístico de uma atriz de Teatro em São Paulo.

Cambindas com “C” – significa sinônimos ou adaptações alagoanas dos.

Maracatus de Nação, oriundos de Pernambuco, penetrados em alagoas, através dos municípios da região norte do Estado.Cabinda, Cambinda ou Kabenda, segundo Mário de Andrade, era um reino de gente africana próximo de Loanda, Angola.

Nina Rodrigues identifica os “Cambindas” aos congueses. Na verdade, eram indivíduos de diferentes tribos, que tomaram o nome genérico do Golfo de Cambinda, onde embarcavam para o Brasil.

As músicas tocadas para as danças têm ritmo forte, contagiante, algumas são chamadas de “pancadas-motor”. As cantigas, algumas improvisadas e outras decoradas, são “tiradas” pelo mestre, sendo respondidas pelas baianas.

Atualmente na zona norte do Estado, no período carnavalesco, são encontradas as Cambindas na versão alagoana.

Kambinda na Rússia – No ano de 2.001, a Escola de Samba Vai-Vai graças ao enorme sucesso que realiza dentro do Samba Paulista, foi convidada para se apresentar em uma Amostra de Teatro na Rússia e, a Ala Kambinda foi uma das alas escolhidas para fazer parte do espetáculo, o que em muito encantou os componentes.

Carnaval também é cultura – A Ala Kambinda, está sempre voltada para as atividades culturais, participa de Exposições, como no Olímpia e Centro Cultural e também oferece suporte a Universitários que necessitam realizar pesquisas sobre o Samba Paulista e suas origens.




Colaboradores da Ala:

Ficha da Ala:


Diretor: Sandrinha
Email: sandrinha.maria@uol.com.br
Fones: 11-3251-5999
Fones: 11-9624-4293










Foto Equipe Kambinda



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